SER DOCE

Sou portadora de Diabetes Tipo 2. Quando a doença foi diagnosticada, meu maior medo era passar fome. Pensava que diabéticos não podiam comer nada além de alface, queijo branco e gelatina diet. Lembro-me das caretas da minha avó quando se deparava com queijo cottage no café da manhã. Porém, descobri que diabéticos também tem seu lugar ao sol na culinária e que existem muitos produtos especialmente desenvolvidos para nós. Caríssimos, é verdade, mas existem. Por isso resolvi fazer um blog com receitas e produtos direcionados aos diabéticos e outras pessoas que precisam de dietas com restrição de açúcar ou outros.

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7 de jan. de 2014

O QUIABO TÁ VIRADO NO GIRAIA!

Assunto de extrema importância, que vem sendo discutido exaustivamente desde que, em novembro/2013, o programa "Caldeirão do Huck", apresentou essa pesquisa, feita por estudantes do ensino médio. 

"Parabéns ao Programa Caldeirão do Hulk (Nov/2013) por divulgar uma incrível descoberta de 3 jovens...
Corte as pontas e o fundo de 2 quiabos, coloque em um copo com água e deixe dormir, no outro dia retire os quiabos e tome a água...Diabete vai sumir e suas injeções nunca mais...Tudo foi Deus...Quem criou.
Testado em seres humanos, os resultados, segundo o Caldeirão, foram, assim, milagrosos! Uma voluntária disse que a glicemia baixou de 300 (!) para 150. Outro, que caiu de 195 para 94 – e ainda disse que a água de quiabo “fez o papel da insulina, e muito bem feito!”. Compartilhe, com certeza ajudará a muitos" !!!!!!!!!

Certamente você já ouviu falar sobre a milagrosa água de quiabo. Eu, pelo menos, recebo diariamente, pelo Face ou por email, mensagens de amigos indicando a solução para o meu sangue adocicado. E, diariamente, tento explicar, a todos, que o Diabetes não tem cura (AINDA!) e que os docinhos não podem deixar o tratamento médico de lado por uma água, no mínimo, cheia de baba.

O quiabo é um alimento que tem baixo índice glicêmico e pode ser consumido à vontade por portadores de diabetes. Suas propriedades nutracêuticas demonstram que ele pode auxiliar na redução da glicemia. Ponto. Isso não significa que é a cura para o Diabetes.

Vejo que muitos docinhos têm trocado os antiglicemiantes orais e até a insulina pelo quiabo, em razão dos inúmeros compartilhamentos dessa informação, que está incutindo na cabeça de uns e outros que o uso contínuo da baba giraia pode controlar ou curar a doença.

Eu, como muitos outros diabéticos, através de nossos blogs e com apoio da Sociedade Brasileira de Diabetes e diversas outras organizações, estamos tentando combater a disseminação dessa informação. Por isso tenho pedido aos amigos que me enviam essa postagem, que, por favor, me ajudem a combatê-la.
Lembre-se: não existe comprovação científica do que está sendo dito. Os docinhos que estão utilizando a baba estão colocando sua vida em risco.

Meu amado amigo adocicado, por favor, não caia na esparrela do quiabo virado no Giraia! Continue seu tratamento, controle a alimentação e faça exercícios. Só isso continuará nos mantendo vivos e saudáveis para, quem sabe, num futuro próximo, vermos a notícia sobre a cura do Diabetes, ainda que descubram ser a água do quiabo. 

Acessem o link da SBD e vejam o posicionamento oficial sobre o assunto QUIABO.

4 de mai. de 2012

Campanha de Vacinação contra a gripe


Atenção docinhos: tem início a campanha de vacinação contra a gripe. Os diabéticos estão no grupo dos que precisam ser vacinados (portadores de doenças crônicas). Não esqueçam! Verifiquem em suas cidades o período da campanha e os postos de vacinação disponíveis.


Aqui no Paraíso do Verde, a campanha tem início amanhã.


27 de jul. de 2011

Victoza - Novo medicamento para tratamento da Diabetes tipo 2



A Novo Nordisk prepara-se para o lançamento de Victoza® (liraglutida)no Brasil, primeiro análogo de GLP-1de dose única diária. Esta nova classe terapêutica representa uma revolução no tratamento do diabetes tipo 2, pois, conforme demonstrado em estudos clínicos, além decontrolar o açúcar no sangue,liraglutida promoveu a diminuição do peso e da pressão arterial sistólica dos pacientes com diabetes tipo 2 que receberam o medicamento.

27 de jun. de 2011

Vacina contra diabetes falha na 2ª fase de testes


"Uma vacina experimental para prevenir o avanço da diabetes tipo 1 fracassou na segunda etapa do processo de testes, de um total de três, informaram médicos, nesta segunda-feira, em um estudo publicado na versão on-line da revista The Lancet.
A vacina visava a proteger as células beta produtoras de insulina no pâncreas do sistema imunológico do corpo. Sua fórmula se baseou em uma enzima chamada descarboxilase do ácido glutâmico (DAG), que o sistema imunológico visa, e ao fazer isto, destrói as preciosas células beta.
A ideia era que a vacina de pacientes com DAG ensinasse as células T do sistema imunológico a tolerar a enzima. O teste foi feito em 145 pacientes com idades de 3 a 45 anos nos Estados Unidos e no Canadá, diagnosticados com diabetes Tipo 1 nos três meses anteriores.
Os voluntários receberam ora a vacina, ora a vacina acompanhada de um potencializador padrão do sistema imunológico, ou apenas o potencializador. Os pacientes em todos os três grupos experimentaram um progresso semelhante com relação à doença, sem diferença entre eles no que diz respeito aos efeitos colaterais.
O estudo, conduzido por Jay Skyler, da Escola de Medicina da Universidade de Miami, foi apresentado em uma conferência da Associação de Diabetes Americana, em San Diego, Califórnia. Apesar do tropeço, os pesquisadores pediram mais pesquisas para ver se a fórmula pode funcionar quando administrada mais cedo ou como parte de uma combinação terapêutica.
O número de adultos com diabetes em todo o mundo mais que dobrou desde 1980, e atualmente chega a quase 350 milhões de pessoas, segundo dados divulgados mais cedo na conferência. A diabetes é provocada por um descontrole das taxas de açúçar no sangue e pode provocar problemas cardíacos e derrame, além de causar danos a rins, nervos e olhos.
Altos níveis de açúçar no sangue e diabetes matam 3 milhões de pessoas em todo o mundo a cada ano. A manifestação da doença é atribuída à expectativa de vida mais longa e ao excesso de peso, especialmente entre as mulheres.
A diabetes tipo 1, que afeta de 5% a 10% das pessoas com a doença, é conhecida como diabetes juvenil porque tipicamente se manifesta em crianças ou jovens adultos. Os pacientes precisam tomar insulina diariamente para o resto da vida, seguir dieta e fazer exercícios.
Na diabetes tipo 2, conhecida como diabetes adquirida, ora o corpo não produz insulina suficiente, ora as células são resistentes ao hormônio. A doença é controlada por dieta, exercícios e injeções de insulina, quando necessário".

1 de abr. de 2011

Cirurgia bariátrica para diabetes tem novas regras (Folha on line - 01/04/011)

Segundo a matéria escrita por Mariana Versolato e  veiculada no site da Folha, foram divulgadas novas diretrizes para a realização da cirurgia de redução de estômago indicada para diabéticos tipo 2 obesos. Leia na íntegra:

"A Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês) divulgou pela primeira vez um documento com diretrizes para a realização da cirurgia bariátrica em pacientes com diabetes.
O relatório traz regras mais precisas e rígidas para fundamentar a opção de tratamento via redução de estômago. Entre elas, há a recomendação de exames pré-operatórios mais sofisticados (de retina e de avaliação da função do fígado, por exemplo).
O documento considera a cirurgia uma opção para diabéticos com IMC (índice de massa corporal) entre 30 e 35.
No entanto, essa indicação para pessoas com obesidade leve só vale em casos excepcionais, quando o diabetes não é controlável clinicamente e há risco cardíaco.
O texto afirma que a prioridade da cirurgia continua sendo para pacientes com obesidade mórbida (IMC acima de 40), ou moderada (acima de 35) com doenças relacionadas, como o diabetes.
No Brasil, o Conselho Federal de Medicina estabelece que a cirurgia só é indicada para esses dois casos.
O texto "The IDF Taskforce on Epidemiology and Prevention" foi apresentado na segunda, no Congresso de Intervenção para Terapia do Diabetes Tipo 2, nos EUA, que terminou anteontem.
O documento foi redigido por 20 endocrinologistas, cirurgiões e especialistas em saúde pública de diversos países, incluindo o Brasil".

6 de fev. de 2011

SAÚDE NÃO TEM PREÇO

Ampliando o programa AQUI TEM FARMÁCIA POPULAR, na última quinta-feira, 03/02/11, o governo federal anunciou a distribuição gratuita de medicamentos para diabetes e hipertensão.

A partir do próximo dia 14/02, as farmácias e drogarias conveniadas ao programa, estarão fornecendo, gratuitamente, os medicamentos para essas doenças. 

Para os diabéticos, cerca de 7,5 milhões de brasileiros, não poderia haver notícia melhor. Ainda que os remédios já fossem encontrados nessas farmácias, com 90% de desconto, é muito melhor saber que, a partir de agora, ninguém  precisará interromper o tratamento por falta de remédios nas unidades do SUS.

A novidade do programa é que, todos, sejam pacientes da rede pública ou de convênios particulares, terão direito ao medicamento gratuito. Basta apresentar a prescrição médica e o documento de identidade.

Logicamente, os medicamentos mais caros não estarão disponíveis, mas as ações judiciais, cada dia mais utilizadas, estão aí para solucionar o problema.

Os medicamentos disponíveis para diabetes são: glibenclamida 5mg, cloridrato de metformina 500 e 850mg, insulina NPH e insulina regular, sejam genéricos ou não, desde que de fabricação nacional.

Para saber se a farmácia é conveniada, é só observar o selo "Aqui tem farmácia popular".



Para saber quais farmácias e drogarias privadas integram o programa no seu estado, clique aqui.
Endereço das farmácias próprias do programa, aqui.

5 de set. de 2010

TATUAGEM PARA CONTROLE DA GLICEMIA



Li essa matéria no site Isto É Independente: 



Tatuagem para Diabetes - escrita por Cilene Pereira (para ler a matéria toda clique ai no título)

Cientistas testam "tinta" que, colocada debaixo da pele, indica níveis de açúcar no sangue dos pacientes

"Um dos maiores obstáculos ao controle da diabetes é fazer o paciente monitorar os níveis de glicose no sangue. A doença caracteriza-se pelo excesso da substância na corrente sanguínea, condição que pode levar a consequências como a cegueira. É por essa razão que os diabéticos devem medir a concentração de açúcar para evitar que ela atinja níveis ameaçadores. O problema é que essa medição é feita a partir de amostras de sangue, pequenas, é verdade, mas que submetem os doentes a uma desconfortável rotina de picadas com agulhas. 


Algumas opções estão surgindo para acabar com o problema. A mais interessante é uma espécie de tatuagem, criada no Massachusetts Institute of Technology, nos EUA. Os cientistas desenvolveram partículas que, aplicadas debaixo da pele, apontam os níveis de glicose, depois registrados por um sensor que deve ser colocado sobre a pele (leia mais no quadro ao lado). O objetivo é que essa “tatuagem” permaneça no local pelo menos por seis meses, período no qual o paciente pode se esquecer das picadas diárias. “É possível ainda acompanhar as oscilações durante o dia, como após as refeições”, disse Michael Strano, um dos participantes do trabalho. Os pesquisadores planejam iniciar em breve os testes em animais. 
No mesmo instituto, outro grupo examina o poder de um equipamento que revela as taxas de glicose a partir da leitura de vibrações emitidas pelas moléculas. Os dados são registrados com o uso de uma espécie de scanner que pode ser passado sobre o braço ou o dedo do paciente. A equipe está se preparando para iniciar ainda este ano os testes em seres humanos".
(...)

Fico imaginando se isso der certo: nunca gostei de tatoo, já pensou precisar de uma dessa? Ainda assim, temos que nos agarrar a todas as possibilidades. Fazer o que, né?


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